Orla onírica

Nos meus devaneios, os armazéns do cais do porto conversam com o Guaíba e sua orla.

Nos meus delírios, a luz do céu invade aquelas construções amareladas.

Nas minhas fantasias, o projeto arquitetônico contempla uma conversa entre os armazéns e o ambiente externo.

Nos meus sonhos, os espaços são bem ventilados e com boa iluminação natural.

Nas minhas ilusões, os armazéns são celeiros de produção artística.

Na minha imaginação, a arte produzida lá acompanha as nuances entre o nascer e o pôr-do-sol.

Na minha loucura, os governos municipal e estadual, a iniciativa privada e a sociedade civil constroem pontes e derrubam os muros.

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