Justo
Uma senhora na esquina da Jerônimo com a Marechal me pede ajuda. Com a coluna tão dobrada que só conseguia […]
Uma senhora na esquina da Jerônimo com a Marechal me pede ajuda. Com a coluna tão dobrada que só conseguia […]
Havia, na Porto Alegre dos anos 1980, uma dupla de irmãos, os Cardoso, famosos em promover festas de verão, regadas
Lá se vão mais de quarenta anos. “Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas / Fazem biscates pelos
Dia quente, sol escaldante. A vendedora, com um manto sobre a cabeça, ajeita sua mercadoria no chão. Um menino se
Faz de conta: faz de conta que somos um só, eu e tu, em versões de jovem (muito jovem) e
Homenagem a Dona Adelaide (in Memorian), Quilombola, Benzedeira e Líder Comunitária de Campo Duna, Garopaba, Santa Catarina, Brasil. Tô chegando
Você já observou que a miséria humana nos acompanha para onde quer que vamos? Não precisamos, infelizmente, ir para muito
Indignos? Eles? Nós? ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteRoupas sujas Olhos negros Cheiro de terra Caminho largo Ponte
Penso na mulher de aparência frágil ao lado do banco na ponte. Eu e minhas mulheres. Sujeitos transitavam, talvez sem
Têm dias em que não refuto o pensamento: o mundo acabou. Só esqueceram de avisar. Em vários livros e, inclusive,
Tô atrasado, ele vai me matar, eu prometi que entregaria… o que são aqueles trapos ali? Não é nossa culpa
Tudo me transforma? ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteHoa partiu cedo do Vietnã, ainda jovem demais para compreender a promessa que fizera. Nos Estados Unidos, mergulhou no idioma,
A tigela e o avião ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteA primeira imagem que me marcou em Paris foi da Torre Eiffel iluminada, imponente na noite. Mas a segunda, me
Ponte para o invisível ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteTítulo O peso de um olhar Nome do autor Maristela Rabaiolli Texto O sol queimava a madeira do velho passadiço.
O peso de um olhar ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteJá é rotina: Imtiaz “Golden Boy” Ali é sempre o último atleta a deixar o vestiário antes de os jogadores
A velha anda, desanda, arrasta os pés como quem varre a própria sombra, carrega o corpo, um fardo, veste trapos,