Desgarrados
Lá se vão mais de quarenta anos. “Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas / Fazem biscates pelos […]
Lá se vão mais de quarenta anos. “Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas / Fazem biscates pelos […]
Dia quente, sol escaldante. A vendedora, com um manto sobre a cabeça, ajeita sua mercadoria no chão. Um menino se
Faz de conta: faz de conta que somos um só, eu e tu, em versões de jovem (muito jovem) e
Homenagem a Dona Adelaide (in Memorian), Quilombola, Benzedeira e Líder Comunitária de Campo Duna, Garopaba, Santa Catarina, Brasil. Tô chegando
Você já observou que a miséria humana nos acompanha para onde quer que vamos? Não precisamos, infelizmente, ir para muito
Indignos? Eles? Nós? ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteRoupas sujas Olhos negros Cheiro de terra Caminho largo Ponte
Penso na mulher de aparência frágil ao lado do banco na ponte. Eu e minhas mulheres. Sujeitos transitavam, talvez sem
Têm dias em que não refuto o pensamento: o mundo acabou. Só esqueceram de avisar. Em vários livros e, inclusive,
Tô atrasado, ele vai me matar, eu prometi que entregaria… o que são aqueles trapos ali? Não é nossa culpa
Tudo me transforma? ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteHoa partiu cedo do Vietnã, ainda jovem demais para compreender a promessa que fizera. Nos Estados Unidos, mergulhou no idioma,
A tigela e o avião ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteA primeira imagem que me marcou em Paris foi da Torre Eiffel iluminada, imponente na noite. Mas a segunda, me
Ponte para o invisível ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteTítulo O peso de um olhar Nome do autor Maristela Rabaiolli Texto O sol queimava a madeira do velho passadiço.
O peso de um olhar ler o texto
4 - Foto de Paulo Paim - Vendedora na ponteJá é rotina: Imtiaz “Golden Boy” Ali é sempre o último atleta a deixar o vestiário antes de os jogadores
A velha anda, desanda, arrasta os pés como quem varre a própria sombra, carrega o corpo, um fardo, veste trapos,