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Andréa Aquino Ferreira
Nunca fui considerada como exemplo de nada: rebelde sem causa, ovelha negra. Brigo por coisas banais. Não sou nada delicada. Danço mal, piso nos pés do par. Toco piano de forma desritmada. De forma descuidada, fotografo. Canto de forma desafinada. E decidi: quero fazer diferente! Dançar na chuva e no vento para poder, de alguma forma, sentir meu ritmo, meus passos, sem precisar de alguém para me guiar. Escrever em folhas avulsas para ter o prazer de rasgar. Ser faceira, que se enfeita para simplesmente se olhar no espelho. Ser louca, desvairada, que grita, canta e se encanta com seu próprio sentir.
