
Assombrar-se
Da varanda, o avô observa a alegre balbúrdia da criançada. Correm, desatinados, contaminados pelo verde e o oxigênio sem resquício de poluição. Empoleiram-se nas árvores
Da varanda, o avô observa a alegre balbúrdia da criançada. Correm, desatinados, contaminados pelo verde e o oxigênio sem resquício de poluição. Empoleiram-se nas árvores
Quando criança, conheci um Pracinha da FEB. Todo ano ele vestia, orgulhoso, o uniforme do Exército, para desfilar no Sete de Setembro, como integrante da
Ao pé da escada, ela espera. Nunca a coragem de subir, sempre ali, ao rés do chão, diante do primeiro degrau de pedra. Os cabelos
Sentada no corredor, ao lado de dois senhores muito educados, irmãos em viagem, segundo me contaram, esperava por uma viagem tranquila. Nem bem o avião
Tem coisa mais poética do que uma foto em preto e branco, em que luz e sombra se enamoram tão sedutoramente? Como esta que ocupa
Encravada no coração de Campo Grande, a forma alongada e metálica, com faixas vermelhas na parte central, domina a paisagem urbana. O Bioparque Pantanal, com
Sentada no meu banco preferido da Praça Palestina, estrategicamente posicionado à sombra das árvores, abro o jornal, de trás para a frente, como é meu
Antônio anda muito estranho. Há dias. Prova disso é a pilha de jornais que cresce no aparador da sala. Ele mal põe os olhos nas
Depois do almoço, sentaram-se todos à varanda da casa de d. Noca, onde um vento ameno convidava à prosa. Alguns preferiram ocupar os degraus de
Eu era uma menina pequena e magricela, irmã caçula de três guris dados a brincadeiras brutas. Acostumei-me a me defender de seus golpes e provocações,
Certas coisas são tão lindas que não cabem em uma única palavra. É preciso duas delas, enlaçadas, para dar conta de nomear essas belezas. São
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